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A Rádio Liquidificador vai ao ar no último dia da SECOM

Transmitida ao vivo, a webrádio proposta por Gabriel Fedel foi um sucesso

A animação nesse último dia da SECOM foi contagiante na palestra de Webrádio ministrada por Gabriel Fedel. Tudo por conta da transmissão tão aguardada da rádio livre feita pelos próprios alunos com a ajuda de Fedel.

Membro do Coletivo Ajuntaê e militante do software livre, em palestra ele defendeu a liberdade de expressão através dos meios de comunicação, fixando esse quesito no rádio. Nesse meio, Fedel atua principalmente com ferramentas aplicadas a produtos artísticos como música e imagens, tendo participado, ainda do movimento das rádios livres junto à Rádio Alternativa de São Carlos/SP.

Na palestra a movimentação foi intensa, com todos trabalhando juntos para colocar a rádio no ar no horário combinado.  Os participantes atuaram o tempo todo ao lado de Fedel, atentos a todas as suas explicações sobre o que era feito.

A apresentação do programa ficou por conta dos alunos e a programação da rádio foi eclética, com notícias sobre esportes, culinária, entretenimento. E ao final da transmissão, uma deliciosa trilha musical, que contou com várias curiosidades sobre astros do rock e pop, entre eles Cindy Lauper.

A webrádio Liquidificador mostrou aos seus ouvintes exatamente o que procurou significar: uma mistura de idéias, estilos e talentos.

 Texto: Thaís Moreira de Oliveira

Alunos “brincam” de radialista na Rádio Liquidificador

Gabriel Fedel encerrou hoje, último dia da SECOM, a oficina de Web Rádio. Conforme o combinado no encontro de ontem, na manhã desta sexta os alunos fizeram uma transmissão ao vivo, na Rádio Liquidificador.

O nome da Rádio, sugerido pelos alunos, foi criado para passar a ideia de um mistura, como seria a Rádio deles, com programas variados, com todos os estilos. Houve programa de esportes, de dicas de culinária e completando, a programação, intervenções musicais de todos os estilos.

 Driblando os desafios

Infelizmente os aparelhos disponíveis não proporcionaram uma transmissão perfeita. Mas os alunos puderam, através dessa experiência, aprender muito com a improvisação necessária em programas ao vivo. Valeu a pena e acrescentou muito na trajetória acadêmica dos participantes. A expectativa é de que os alunos se mobilizem pela ideia sugerida por Gabriel Fedel, de montar uma rádio livre na UFOP.

Texto: Danielle Diehl

As ondas que transmitem dinamismo,instantaneidade e popularidade

Um dos mais antigos meios de comunicação em massa, o rádio acompanhou os avanços técnicos, sobreviveu à televisão e à internet e mantém sua importância nos setores de comunicação, entreterimento e publicidade, de acordo com Rodrigo Freitas.
O rádio é uma ferramenta de comunicação instantânea, dinâmica e popular. Logo, conta com características como a linguagem direta, rapidez e proximidade com o ouvinte, por exemplo, para que tais elementos se façam presentes. Rodrigo ainda completa dizendo que o rádio precisa sempre estar à frente da informação e deve ser mais conversado do que impostado.

A arte do improviso

O improviso no rádio requer a utilização de técnicas de desenvolvimento e também possui regras. Para improvisar, o repórter deve dominar o assunto sobre o qual vai falar, evitar o uso de termos técnicos, identificar a informação principal para não se confundir e simplificar ao máximo as expressões faladas.
Os repórteres utilizam o recurso da improvisação para ganharem tempo no rádio. Entretanto, assim como em outros meios comunicativos, nada tira a importância de um bom texto escrito.

Texto: Tatiana Lopes

Pelas ondas da informação

Por Cristiano Gomes

Com a evolução da internet, a rádio se tornou um instrumento fundamental que auxilia na divulgação de informações e conteúdos multímidia. Pensando nisso, Gabriel Fedel, membro do coletivo cultural Ajuntaê de Campinas (SP), desenvolveu a primeira parte da oficina Webradio. Estudantes de vários períodos do curso de Jornalismo estiveram presentes.

Fedel explicou como funcionam os vários programas de computador (seus recursos e utilidades)  que ajudam na formatação da voz e na construção das vinhetas e de programas de rádio. Como exemplo da aplicação destes recursos, mostrou uma gravação do projeto “Cigarras e Formigas” produzido pelo  Ajuntaê, no qual utilizou os  programas Jack Rack e Ardour para conseguir os efeitos nas gravações. 

 Praticando ao vivo

Numa rápida contextualização da história do rádio salientando a lei de concessões de emissoras e os movimentos de rádios livres e comunitárias no país, Gabriel apresentou o curta  ”Mixando liberdade”, sobre a Rádio Muda (105.7 FM) da Unicamp, que há 15 anos transmite uma programação voltada para a comunidade universitária, mesclando programas musicais, culturais e jornalísticos.

É a primeira vez que Fedel  participa da SECOM. “Amanhã , vamos fazer um programa de rádio ao vivo, como resultado final da oficina. “O programa terá  duas horas de duração, com uma  telenovela, um bloco de notícias, culinária e um outro de entrevistas. E o resultado final pode ser conferido amanhã às 10h pelo site www.coletivoajuntae.blogspot.com.

Webradio é um dos diversos projetos de extensão e pesquisa na UFOP

Professores de jornalismo apresentaram, nesta quarta-feira (27), suas respectivas linhas de pesquisa em um seminário realizado no ICHS pela Secom. Entre os diversos temas de iniciação científica abordados, as docentes Nair Prata e Sônia Pessoa explicaram um pouco sobre o seu projeto ligado ao rádio.

As pesquisas direcionadas ao rádio estão com a temática voltada para a questão da Webradio.As coordenadoras do projeto acreditam que a análise desse meio ligado à outro meio de comunicação mais recente, que é a internet, se torna fundamental para estudos das novas mídias no jornalismo.

Iniciação científica em Webradio

Alunos bolsistas e voluntários trabalham com as orientadoras na UFOP no projeto Webradio: Gênero, Interação e Bussines. Um dos objetivos é pesquisar sobre as dez webradios mais acessadas do país. Essa iniciação conta com o maior número de estudantes envolvidos, dentre todos os projetos expostos.

No seminário, cada professor teve a oportunidade de discursar um pouco sobre os seus projetos, contando com a participação de alunos. Várias áreas ligadas à comunicação foram abordadas, como o Jornalismo ambiental, a comunicação organizacional e o cinema, atendendo as expectativas dos diversos estudantes presentes.

Encerrando o seminário, Marta Maia, presidente do colegiado, discursou sobre a importância das atividades de iniciação científica e projetos para a comunidade acadêmica, já que as pesquisas e extensões precisam ser cada vez mais fortalecidas em favor de uma melhor formação universitária.

Texto: Mayra Santos Costa
Foto:Nathália Souza Silva