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Mariana Bernardes ensina técnicas de autoconhecimento e improvisação em oficina

O segundo dia de Oficina de Jogos Teatrais começou de uma maneira diferente O instinto artístico dos participantes foi mais explorado seguindo os métodos teatrais tradicionais, porém ainda baseados na improvisação.

Mariana Bernardes ensinou aos participantes algumas técnicas e termos do teatro convencional. Uma delas foi o conceito de planta baixa da cena, que segundo a atriz “é um desenho que representa todas as particularidades de um projeto cenográfico numa superfície horizontal. Nela são descritas todas as movimentações dos atores, posicionamento de câmera e luzes”.

Bernardes ensinou como improvisar usando as técnicas tradicionais e explorou a imaginação dos participantes, tornando-os parte de um universo desconhecido por eles habitualmente. Os alunos entraram totalmente no contexto da história proposta pela atriz e construíram sua própria cena seguindo ainda o método de improvisação de Viola Spolin.

A hora da improvisação foi uma cena à parte, onde mais uma vez todos se envolveram numa esfera de interação entre corpo e mente resultando numa “mistura de novas sensações e experiências”, como descreveu Bernardes.

 

Texto: Thaís Moreira de Oliveira

Imaginar e criar

Oficina de Jogos Teatrais proporciona lazer e conhecimento com métodos divertidos

 A Oficina de Jogos Teatrais, coordenada pela atriz Mariana Bernardes, trouxe para seus participantes uma forma de lazer, explorando seu corpo e sua imaginação nessa quarta-feira, 26 de outubro.

Bernardes, atriz com grande experiência no meio teatral, propôs aos participantes da oficina um método de improvisação criado pela professora de teatro norte-americana, Viola Spolin. Segundo a atriz, esse método no qual o indivíduo utiliza três questões básicas para a improvisação – quem, onde e o quê – contribui para preparação e vivência da prática teatral. Por meio da improvisação, os jogos possibilitam a experiência das convenções teatrais e de suas técnicas.

Através da atividade, o indivíduo desenvolve habilidades de criatividade na resolução de problemas e o desenvolvimento do foco para concentrar-se no objetivo da ação. Há, assim, valorização da comunicação não verbal, possibilitando a expressão da linguagem corporal, socialização e cooperação.

A oficina, com as técnicas de trabalho em grupo, busca cultivar a capacidade de observação e memorização, tornando visível para a plateia aquilo que até então estava invisível. Com os jogos teatrais e através de mecanismos que exercitam a imaginação, ela consegue unir corpo e mente em forma de aprendizado.

Texto e Fotos: Thaís Moreira de Oliveira


 

 

Improvisação e jogos teatrais movimentam manhã da Secom

Texto: Alyson Soares de Oliveira

Fotos: Allan Almeida

Dando início ao segundo dia de eventos da 2ª Secom, a oficina de jogos teatrais foi oferecida por Álvaro Romão, aluno de artes cênicas da Ufop. A oficina começou às 10h contando com a presença de nove alunos de vários períodos do curso de Jornalismo.

A princípio, o oficineiro aplicou algumas dinâmicas para conhecer melhor os participantes. Depois iniciou um trabalho com a relação entre o corpo e o espaço, fazendo com que as pessoas trabalhassem suas sensações.

A oficina trabalhou, por meio de dinâmicas e interações, alguns requisitos necessários à profissão, como falar bem em público, defender pontos de vista muitas vezes contrários aos próprios.

Discussões atuais tais como a legalização do aborto e a obrigatoriedade ou não do diploma de jornalismo foram temas de improvisação de programas de rádio e TV. O objetivo era gerar uma percepção da diferença do uso da voz e do corpo no rádio e na TV.