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Informação a qualquer hora e lugar: Jornalismo Freelancer

Por: Hiago Castro

“O jornalista só fica desempregado se quiser. Quando se corre atrás da notícia, não falta trabalho”, diz Alexandre Rodrigues

A III Semana de Estudos em Comunicação Social – Jornalismo (Secom) segue a todo vapor. Logo pela manhã de hoje, o jornalista freelancer Alexandre Rodrigues ministrou a palestra Jornalismo Freelancer, que atraiu dezenas de estudantes de modo que uma das salas do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA) ficou repleta.

Alexandre iniciou sua fala destacando o caráter dinâmico do jornalismo, que se desenvolveu à medida que a indústria da informação progredia, até chegar ao que foi denominado jornalismo freelancer, onde a cada jornalista é permitida a utilização de meios práticos para produção de matérias sem estar vinculado a um veículo de comunicação.

O jornalista alertou os estudantes para que não fiquem presos às redações de jornais, e que se disponham a correr atrás das notícias.

Para a estudante do segundo período de Jornalismo, Caroline Gomes, a palestra foi muito proveitosa. “Gostei muito. Achei bem interessante quando o Alexandre disse que ao dentista, por exemplo, ninguém pergunta em que clínica trabalha, mas o jornalista é sempre associado a uma instituição, como se não fosse possível trabalhar por conta própria”.

A Secom tem continuidade ainda nesta tarde, com a realização de outras diversas mini palestras e caminha para seu último dia, nesta sexta feira.

Da máquina de escrever à “era freelancer”

Por: Caroline Gomes

Cansado de trabalhar em redação e procurando independência, Alexandre Rodrigues conta sua história aos estudantes

Foi com um papo bem descontraído que Alexandre Rodrigues, jornalista freelancer, deu início a mais uma palestra na Semana de Estudos em Comunicação Social – Jornalismo (Secom). Aconteceu nessa manhã, dia 27, a mini-palestra: “Jornalismo Freelancer” que contou com a presença de cerca de 30 alunos que assistiram e se divertiram com os casos de Alexandre em sua vida “freelancer”.

Em um primeiro momento apresentou as três fases do Jornalismo ao longo dos anos, o que garantiu aos estudantes distinguir mudanças bruscas ocorridas. No início, o Jornalismo era considerado “bico” e não configurado profissionalmente. Mais tarde, já reconhecido como profissão, requer uma exclusividade maior por parte de quem o opera. Nos dias atuais, finalmente chegamos a “Era Freelancer” onde os conteúdos estão em todo lugar, permitindo uma escrita sob qualquer circunstância.

O estudante de Jornalismo Hiago Castro, 18 anos, aprovou a palestra. “Eu achei interessante porque aprendemos a nos ‘virar’ mesmo quando não temos nosso nome associado a uma grande empresa, de forma que nunca falte trabalho”. Alexandre deixou claro que no Jornalismo Freelancer você é seu chefe.

 

Reportagem Freelancer

Por Viviane Ferreira

“Redação Sozinha: cada pessoa pode ser uma”. Foi com essa frase que o jornalista Alexandre Rodrigues definou um novo tipo de profissional no jornalismo, o repórter freelancer. Mostrando que na era freelancer o jornalismo tradicional deu espaço para um jornalismo diferente, onde o repórter pode ser uma redação sozinha, o seu próprio chefe.

Existe um grande mercado para isso como revistas, sites de projetos e livros; basta a pessoa ter boas ideias, disciplina, respeitar os prazos e saber usar ferramentas como twitter e blogs. A internet é a chave para isso, pois o conteúdo está em todo lugar, blogueiros, twiteiros e mesmo perfis no Facebook concorrem com o jornalismo tradicional sendo esse transformado para uma nova concorrência: a online.

Rodrigues, cansado da rotina e do estresses das grandes redações, diz ter encontrado assim uma forma de jornalismo diferente e agradável. Trabalha com contéudo por encomenda, com isso afrma ter melhor produtividade e com prazer.

 

Mas ele faz um alerta: sempre haverá adversidades, como a dificuldade para ter acesso a lugares, pela falta de vínculo com algum veículo de comunicação, a solidão ao se trabalhar e a forte concorrência. Questionado sobre o futuro do jornalismo declarou: “Esse não irá morrer, vai continuar sempre mudando.”